O Mapa da Ilha Secreta

Cap. II - O Estranho no Aeroporto

Cap. V - Uma Descoberta...

Cap. VI - A Ilha da...

Cap. VII - O Sonho de...

Cap. VIII - O Diário Secreto...

Cap. IX - Perigo na Floresta...

Cap. X - Dreamtime...

Cap. XI - O Mapa...

Cap. I - A Professora Djinda Smith

O embaixador Torres, pai de Ana e Maria, prepara-se para se deslocar sozinho à Austrália, mas os seus planos mudam ao encontrar a Professora Djinda Smith, uma importante líder aborígene australiana, à saída do Foreign Office, em Londres. Depois de uma interessante conversa, esta pede-lhe que lhe empreste Os Primos e três amigos durante uma semana, para que os jovens a ajudem a deslindar um estranho caso de animais desaparecidos. Mas tudo se vai transformar em algo complicado e misterioso...

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Mapa do percurso d'Os Primos e dos seus amigos (Tiffany, Javier, Miguel, Jacob, Richie e Chloe)  nesta nova aventura.

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Albert, a anaconda com mais de seis metros que foi pendurada na biblioteca Ancell do Foreign Office, em Londres, há mais de cento e vinte anos e que vai ter um significado especial no final desta aventura de O Mapa da Ilha Secreta. Foi provavelmente uma oferta de um bispo da Guiana ao secretário colonial inglês no século XIX.

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A Austrália e a Nova Zelândia no topo do planisfério invertido.

 

Cap. II - O Estranho no Aeroporto

Os Primos, Tiffany, Javier e Miguel viajam então até Sydney, na Austrália, mas os mistérios não se fazem esperar, pois no aeroporto André repara numa estranha personagem que parece andar a segui-los. Qual não é a sua surpresa quando a reconhece dentro do avião, à escuta do que os seis estão a dizer uns aos outros sobre a Professora Djinda Smith. O voo é muito longo e Maria, não conseguindo dormir, decide investigar. O que descobre é incrível e corre a contá-lo aos outros...

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O estranho que parece andar a seguir Ana, Maria, André, Tiffany, Javier e Miguel ,no avião que os levará até Sydney.

 

Cap. III - A Mala

Os Primos e os amigos, acompanhados dos embaixadores Torres e Amorim, chegam finalmente a Sydney, mas algo inesperado acontece ao recolherem as bagagens: a mala de André leva muito tempo a aparecer e quando o rapaz a vê finalmente chegar, repara que não é a sua. Curioso, decide abri-la, mas no seu interior encontra algo que não esperava encontrar: uns estranhos cilindros de plástico com buracos que atraem a atenção do cão de uma funcionária da Alfândega, que lhes ladra, furioso. Porque será?

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Os estranhos cilindros de plástico que André encontra dentro de uma mala igual à sua e que atraem a atenção do cão da funcionária da Alfândega. Sabes para que servem?

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«Vista do avião, Sydney fê-la abrir a boca de espanto e esquecer, por instantes, o mistério de Mr. Brown e da sua estranha máscara. A cidade era muito mais surpreendente do que poderia ter imaginado. Nunca vira nada assim. Jamais a obra humana se adaptara a uma paisagem natural com tanta espontaneidade.

As inúmeras reentrâncias que os rios Parramatta e Lane Cove desenhavam até chegarem a Port Jackson, a imensa baía de Sydney, onde se misturavam com as águas de Middle Harbour e do mar da Tasmânia, criando um sistema de estuários espantoso, causaram-lhe uma sensação que jamais esqueceria. Os portos repletos de embarcações, as magníficas praias de areia branca e água azul-turquesa e verde-esmeralda, a arquitetura extraordinária e muito moderna dos edifícios, os arranha-céus, as pontes, e por fim os parques, que pincelavam de verde exuberante um quadro absolutamente inigualável, deixaram-na sem palavras. Sydney era uma das cidades mais bonitas que tinha visto na sua vida.

Ver toda aquela beleza do alto, do céu imenso, fê-la acreditar que o Homem era capaz de tudo.»*

* in, Moutinho, Mafalda, O Mapa da Ilha Secreta, 1a edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2015

 

Cap. IV - O Fantasma da Ópera

Os jovens conhecem finalmente a Professora Smith e os seus três colaboradores, os gémeos, Jacob e Richie, e a australiana aborígene Chloe, que os levam a visitar a magnífica cidade e o Zoológico da Vida Selvagem de Sydney, de onde alguém roubou alguns lórios-arco-íris na véspera. Os Primos pedem à Professora para a acompanharem até ao zoo, e ali veem animais incríveis como coalas, cangurus, wallabies, pitões-verdes e o crocodilo Rex, com mais de 5 m de comprimento. Mas a maior surpresa vai ocorrer  na famosa Casa da Ópera de Sydney, onde se deparam com um autêntico fantasma...

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A Autora Mafalda Moutinho com Os Primos, crocodilos e cangurus na Austrália.

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O famoso zoo que Os Primos e os amigos visitam durante as investigações em Sydney e onde veem borboletas, cangurus e muitos outros animais.

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Os coalas fofinhos que Os Primos e os amigos veem na Austrália.

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A autora Mafalda Moutinho frente às famosas Sydney Harbour Bridge e Royal Opera House. À direita, o interior desta última, onde Os Primos veem o "fantasma" inesperado.

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À esquerda, a Royal Opera House e a Torre de Sydney (cuja plataforma Os Primos visitam a 250 m do solo). À direita, a Autora Mafalda Moutinho no magnífico Queen Victoria Building (onde Miguel faz a sua primeira asneira).

Vídeo dos coalas que Os Primos e os amigos veem na Austrália:

 

Cap. V - Uma Descoberta Secreta

Quem foram os primeiros europeus a chegar à Austrália? André insiste que foram os portugueses, com a expedição de Cristóvão de Mendonça, em 1522. Os holandeses só lá chegaram em 1606, quase um século depois, e o capitão Cook em 1770, cerca de duzentos e cinquenta anos mais tarde. Apesar das muitas provas que têm aparecido ao longo dos séculos a comprovar esta teoria, vários historiadores recusam-se a aceitá-la. Mas como diz o André, trata-se de "uma questão de bom senso: se os portugueses conseguiram navegar até [Timor], que fica do outro lado do mundo, descobrindo imensas terras pelo meio, por que razão é tão difícil admitir que eles tenham chegado à Austrália, mesmo ali ao lado? (...) A distância entre Timor e o continente australiano é quase igual à distância entre o extremo norte e o extremo sul de Portugal Continental, ou seja, nem chega a seiscentos quilómetros...

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A sobreposição do mapa-mundo atual ao mapa francês do século XVI referido por André, no qual já aparecia um continente muito parecido com a Austrália.  Se leres este capítulo vais descobrir por que razão os reis portugueses não queriam que o resto do mundo  soubesse que eles já tinham chegado à Austrália no século XVI...

 

Cap. VI - A Ilha da Arca de Noé

Já na Ilha da Arca de Noé, os jovens sentem-se como se estivessem num autêntico jardim botânico e zoológico, mas sem jaulas nem barreiras entre eles e os animais. A Professora fala-lhes na importância da ilha e na sua história extraordinária, mas o capítulo acaba com um incidente bastante perigoso que envolve as medusas mais perigosas do mundo, com vinte e quatro olhos, capazes de matar uma pessoa em menos de 5 minutos: as box jellyfish.

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A excursão à Grande Barreira de Coral vai acabar com um incidente muito perigoso devido à asneira de um dos jovens, que não segue os conselhos  que lhe dão. Quem será? Lê este capítulo emocionante para descobrires!

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As temíveis box jellyfish e os adoráveis dugongos (mamíferos marinhos) que Os Primos e os amigos veem na Grande Barreira de Coral.

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O peixe-leão-vermelho, a tartaruga-verde (espécie ameaçada)  e a ostra-gigante, cujas fotografias vão valer pontos importantes no concurso divertido que o André organiza.

 

Cap. VII - O Sonho de Chloe

André tem a certeza de ter visto na ilha um dos lórios-arco-íris roubados do zoo de Sydney, mas ninguém consegue explicar como tal é possível. Chloe tem um sonho muito estranho, Miguel tenta usar um bumerangue, mas acaba por causar problemas, sobretudo a si mesmo, e Javier vai revelar algo inesperado a Maria...

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Os muito coloridos lórios-arco-íris que Os Primos vão ver na ilha. Em cima, o bumerangue de Miguel onde se vê desenhada a serpente-arco-íris  dos aborígenes australianos.

 

Cap. VIII - O Diário Secreto de Mr. Forrest

Um novo roubo de animais, desta vez equidnas (os únicos mamíferos que põem ovos além dos ornitorrincos e que fazem lembrar ouriços-cacheiros), leva o grupo à  floresta tropical de Daintree para continuarem a investigar, mas Maria tem a sensação de estarem a ser seguidos...

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Cobras e equidnas

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Em cima, alguns dos animais que assustam Maria na floresta tropical de Daintree, quando Os Primos investigam o caso das equidnas desaparecidas. À direita, a autora Mafalda Moutinho em Walu Wugirriga (Mount Alexandra lookout) e, ao centro, explorando Mossman Gorge com o seu livro de notas na mão.

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Mossman River: embora pareça calmo, este rio é muito perigoso por causa das pedras e rochas escorregadias, das correntes fortes e da água fria, que se torna muito profunda de repente. Além disso, as chuvas torrenciais fazem-no encher muito depressa, sem aviso, e se os turistas não estão à espera, podem ser levados pelas correntes e até morrer.  São as chamadas enchentes relâmpago.

À esquerda e ao centro, exemplos de epífitas, plantas que crescem nos troncos das árvores sem retirar delas nutrimento (como as bromélias e as orquídeas), usando-as apenas como suporte para poderem chegar até a luz do Sol de forma a crescer e florescer, o que é muito difícil para plantas baixas no meio da floresta tropical.

 

Cap. IX - Perigo na Floresta Tropical

Antes de regressarem à ilha, a Professora decide levá-los à zona de mangal da floresta e a Cooper Creek, fazendo uma pequena excursão  pelo rio de  barco. Mas o grupo vai ter uma experiência aterradora com crocodilos...

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Os crocodilos que Os Primos e os amigos veem no rio Diantree e que se vão revelar um perigo inesperado.

«Aqui em Daintree há cerca de setenta crocodilos-de-água-salgada, os salties, como nós lhes chamamos, ou bilngkumu, como lhes chamam os Kuku Yalanji, porque tanto nadam em água salgada como em água doce — afirmou Richie, orgulhoso. (...) — A regra a seguir por aqui é a seguinte: nunca fiquem no mesmo sítio durante mais de quinze minutos e mantenham-se pelo menos a quinze metros da margem dos rios.»*

* in, Moutinho, Mafalda, O Mapa da Ilha Secreta, 1a edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2015

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À esquerda, o Boyd's Forest Dragon que consegue camuflar-se perfeitamente na floresta. À direita, o sentido de humor de um transeunte que alterou as placas de aviso aos condutores sobre a presença de lombas e de casuares-do-sul, transformando-as nas divertidas e já famosas Antes e Depois (de o casuar ter sido atropelado)...

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O famoso casuar-do-sul, a estrela da floresta tropical de Daintree, muito importante para a biodiversidade local, pois come frutos (como os azuis, acima, da ameixeira-dos-casuares), e expele as sementes inteiras sem a digerir, espalhando-as pela floresta. Mais de cem plantas só se distribuem pela floresta tropical graças a estes pássaros. Mas os casuares são muito perigosos quando se sentem ameaçados, pois têm uma garra nos dedos internos das patas que pode matar um homem...

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Aranhas, aranhas e mais aranhas! O terror de Maria encontra-se por todo o lado na Austrália, onde vivem os maiores e mais temidos aracnídeos da Terra. Acima, uma golden silk orb-weaver que a rapariga vê num feto-gigante e que lhe prega um enorme susto.

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Mafalda Moutinho em Jindalba - Daintree
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À esquerda, o ferry que atravessa o rio Daintree, puxado por cabos entre as duas margens. Ao centro, a Autora Mafalda Moutinho no trilho de madeira em Jindalba, o sopé da montanha para o povo aborígene australiano Kuku Yalanji, e à direita o barco utilizado para percorrer parte do rio Daintree.

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O mangal é típico das regiões tropicais e cresce em zonas costeiras onde os rios se encontram com o mar. É um dos ecossistemas mais férteis da Terra, pois o solo contém muitos nutrientes necessários às plantas e aos animais da floresta tropical e da barreira de coral. Além disso, as raízes do mangal filtram a água, impedindo grande parte dos sedimentos de chegarem até aos recifes e se depositarem nos corais, danificando-os. A Grande Barreira de Coral, por outro lado, também protege o mangal, quebrando as ondas e impedindo que o mar o desgaste. Em cima, à esquerda, pneumatóforos a despontar na areia (pequenas raízes que emergem para captar oxigénio e fornecê-lo às partes submersas das plantas).

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Pink torch ginger, Etlingera elatior, ao centro

«O grupo avançou pelo trilho de madeira, observando os fetos gigantes, as palmeiras-leque, árvores com troncos entrelaçados, caules e raízes de todos os tipos, flores de um colorido exuberante e riachos que corriam sobre rochas e rochedos.»*  

* in, Moutinho, Mafalda, O Mapa da Ilha Secreta, 1a edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2015

Vê o VÍDEO com parte da cena do ataque do crocodilo ao barco onde Os Primos e os amigos viajam, no rio Daintree, na floresta tropical em Queensland, na Austrália. Como acabará esta cena?... Descobre a resposta no capítulo IX - Perigo na Floresta Tropical:

 
 

Cap. X - Dreamtime na Savana

Os perigos e as aventuras arrojadas ainda não acabaram para Os Primos e para os seus amigos. André e Maria acabam fechados num road train, um comboio de estrada que serve para transportar mercadorias, com o nome A Besta e um camionista de ar duvidoso, arriscando-se a atravessar o continente australiano e a percorrer milhares de quilómetros sem ninguém saber onde se encontram. Como conseguirão salvar-se? Graças a um simpático grupo de cangurus!...

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Depois de verem e ouvirem uma lenda narrada por aborígenes australianos usando uma técnica muito antiga, com mais de 40 mil anos, a chamada sand story, na savana, a pista final que lhes faltava para desvendarem o novo caso aparece como por magia, graças ao pormenor de um mapa: O Mapa da Ilha Secreta...

 

Cap. XI - O Mapa da Ilha Secreta

O que conterá o baú que André acabou de descobrir?

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Que livros de aspeto antigo são aqueles? E o que serão aqueles rolos de papel?...